Em setembro de 1995, Pequim sediou a IV Conferência Mundial sobre a Mulher, promovida pela ONU. Mulheres de todo o mundo, inclusive do Brasil, viajaram à capital chinesa para um dos encontros mais importantes da história dos direitos femininos.
O que foi a conferência
O evento reuniu delegações oficiais de governos e, em paralelo, um grande fórum de organizações não governamentais. Ao final, os países participantes adotaram a Declaração e a Plataforma de Ação de Pequim, documento que estabeleceu metas em áreas como educação, saúde, combate à violência contra a mulher, participação política e igualdade econômica.
A presença brasileira
A participação brasileira é estimada em cerca de 300 mulheres, embora o número seja incerto. Entre elas havia integrantes da delegação oficial e representantes de movimentos sociais. Para muitas, a experiência coletiva simbolizou uma nova fase de visibilidade e de articulação internacional.
Por que o encontro segue sendo lembrado
A Plataforma de Ação de Pequim virou referência para políticas públicas e para a atuação de organizações em vários países. Seus compromissos continuam sendo usados como parâmetro nos debates sobre igualdade de gênero, e o balanço do que foi cumprido varia conforme o tema e o país.



