O pedido de liberdade de Lil Durk foi debatido em audiência conduzida pelo juiz Michael R. Fitzgerald, que disse tratar-se "de uma questão de psicologia" ao avaliar o risco de fuga. Fitzgerald lembrou que o rapper tentou ir a Dubai antes da prisão original e ponderou os prós e contras antes de decidir.
O pedido da defesa
Os advogados de Durk (nome civil Durk Banks) pediram a concessão de fiança após mais de dois anos de detenção, oferecendo todas as futuras receitas musicais do artista como garantia. A defesa também apresentou cartas de apoio assinadas por nomes como Jay‑Z e J. Cole. O advogado Drew Findling afirmou que Durk "entende como o sistema funciona" e quer que um segundo júri o absolva.
Argumento da acusação
Os promotores pedem que Durk permaneça preso. O assistente do procurador dos EUA Daniel Weiner disse que o rapper tem "absolutamente nenhum respeito pela autoridade" e poderia fugir para um país sem extradição, seguir fazendo música e acumular mais riqueza se fosse liberado.
O que já ocorreu no caso
Durk foi absolvido em setembro das acusações de encomenda de morte relacionadas a um suposto plano contra o rapper Quando Rondo. O episódio envolve um tiroteio em um posto de gasolina em Los Angeles em 2022, no qual Rondo sobreviveu e o primo Saviay'a Robinson (conhecido como Lul Pab) foi morto.
Acusações pendentes e próximos passos
Além da absolvição no caso de encomenda de morte, ainda pesa contra Durk uma acusação sob a lei federal VICAR, que criminaliza violência vinculada a atividades de gangues. Os promotores afirmam que Durk teria usado sua posição na gravadora Only the Family (OTF) para orquestrar incidentes em várias cidades; a defesa considera essa acusação "incrivelmente fraca" e tenta excluir provas com base em regras de dupla incriminação. O juiz Fitzgerald colocou a moção de fiança sob análise e disse que emitirá uma decisão por escrito.



