O esquete de abertura teve o formato de uma atração de parque de diversões de baixo custo: um casal jovem percorre cenas assustadoras guiado por uma figura sinistra, até que uma intervenção inesperada transforma o passeio em sátira política.
Na sequência de cenas, o personagem lounge de Hanks reapareceu com uma coreografia tola, acompanhado por dois performers revestidos de esqueletos. O humor foi entremeado por participações de antigos membros do elenco que ajudaram a compor a atmosfera bizarra do número.
James Austin Johnson entrou como a versão satírica do presidente, interrompendo a atração para comentar a situação dos republicanos às vésperas da eleição de meio de mandato e fazer observações sobre a aparência física de candidatos. O texto incluiu piadas ríspidas sobre a fixação do personagem por nádegas e terminou com a fala, em tom de brincadeira, de que ele “pode ser gay”.
Saidah Belo-Osagie entrou no final como uma Nicki Minaj que apoia ativamente a campanha satirizada no palco, sendo apresentada como uma escolha cômica para cargo público logo após a saída relâmpago de outra figura política do roteiro.
O número ainda trouxe momentos de metalinguagem: um dos personagens tentou agradecer uma doação e recebeu uma resposta áspera em troca, e outro convidado no encerramento tropeçou ao tentar entregar a frase de abertura tradicional do programa — a clássica chamada ao vivo de Nova York.
A edição de Halloween teve como host Inde Navarrette, com Gracie Abrams como atração musical, completando o cardápio da noite que combinou horror cômico e sátira política.



