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Economia2 min de leitura

Copom se reúne para decidir se corta ou mantém a Selic

Reunião ocorre com dois assentos vagos no colegiado: mandatos expiraram em 2025 e governo ainda não enviou indicações ao Congresso

Por Redação Mastigado

Fonte: Agência Brasil · Ler matéria completa

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Resumo Mastigado

O Copom decide nesta quarta se corta ou mantém a taxa básica de juros: o mercado projeta o sexto corte consecutivo, reduzindo a Selic de 13,75% para 13,5%; analistas agora esperam manutenção em 13,5% em dezembro. A decisão sai no início da noite.
Copom se reúne para decidir se corta ou mantém a Selic
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O colegiado responsável pela definição da taxa básica de juros está desfalcado: os mandatos dos ex-diretores Renato Gomes (Organização do Sistema Financeiro) e Diego Guillen (Política Econômica) expiraram no fim de 2025 e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não enviou indicações ao Congresso.

O Comitê de Política Monetária realiza a penúltima reunião do ano em meio a volatilidade cambial. Apesar da alta recente do dólar, analistas projetam a sexta redução seguida da taxa básica, apontando corte de 13,75% para 13,5%.

Inflação

Após um repique em setembro, a prévia da inflação pelo IPCA-15 recuou para 0,32% em outubro. No acumulado de 12 meses, porém, a prévia subiu para 4,62%, acima do teto do intervalo de tolerância. O boletim Focus elevou a estimativa de inflação para 2026 de 5,19% para 5,22%, afetada pelo conflito no Oriente Médio e pela valorização do dólar.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. O BC atua diariamente no mercado aberto — comprando e vendendo títulos públicos — para manter a taxa próxima ao valor definido pelo colegiado. Reduções tendem a baratear o crédito e estimular a atividade; aumentos visam conter a demanda e os preços.

A decisão sobre a taxa será anunciada no início da noite. Analistas, que até recentemente esperavam mais um corte em dezembro, agora projetam manutenção da taxa em 13,5% no próximo mês.

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