A seleção reúne perfis variados: há quem priorize saúde e ergonomia, quem busque som e sensação específicos em teclados mecânicos, e quem prefira soluções compactas para ganhar espaço na mesa. As motivações mais recorrentes foram conforto, estética e capacidade de personalização.
Quais teclados a equipe usa
- Jay Peters, senior reporter: usa o Kinesis Freestyle Pro por motivos ergonômicos; aprecia as opções de inclinação (tenting) e apoio de palma.
- Kallie Plagge, senior copy editor: divide uso entre um Keychron K2 para trabalho e um Logitech G713 com descanso de pulso para jogos, destacando o layout tenkeyless.
- Danielle Steussy, product manager: prefere o Apple Magic Keyboard com teclado numérico; mantém o design por conforto e memória muscular, apesar de eventual desgaste nas legendas e conexões Bluetooth.
- David Pierce, editor at large: trocou teclados mecânicos por um Apple Magic Keyboard (versão com Touch ID) para evitar ruído em chamadas, valorizando a conveniência do Touch ID.
- Jacob Kastrenakes, executive editor: usa um teclado customizado (Boop Redux com keycaps GMK Dots e switches Silent Bluish White) principalmente pelo visual e prazer estético, mesmo reconhecendo que é menos prático que um Apple padrão.
- Antonio G. Di Benedetto, laptop reviewer: mantém um TM680 (Gamakay LK67) modificado; descreve o processo de lubrificação, filmes de switch e ajustes que transformaram um kit barato em um teclado com som e sensação preferidos.
- TC Sottek, former senior editor: prefere o Keychron K2 75% como opção prática e acessível após experiências com teclados maiores e mais caros que sofreram acidentes com líquidos.
- Meredith Haggerty, senior reports editor: usa o teclado integrado ao MacBook Air do trabalho e reclama apenas do acúmulo de migalhas no dia a dia.
- Emma Roth, news writer: trabalha com um Corsair K55 RGB Pro adquirido em segunda mão, mas considera a possibilidade de migrar para um mecânico devido a problemas de iluminação e software.
- Andrew J. Hawkins, transportation editor: mudou para o NuPhy Air75, elogiando a sensação, o som e a bateria de longa duração, além das opções de cor no design.
- Nathan Edwards, senior reviews editor: alterna entre um Leopold FC660C (Topre) e Omnitype Bauer Lites, buscando combinar a tactilidade especial do Topre com a personalização de teclados mecânicos.
- Stevie Bonifield, news writer: adota a NuPhy Halo75 V2 como daily driver, elogiando a experiência out-of-the-box e a compatibilidade com macOS e Linux.
- Brad Bourque, commerce writer: usa um NovelKeys NK65 65% com keycaps SA Mizu e switches táteis, destacando o equilíbrio entre tamanho e funcionalidade.
- Adi Robertson, senior tech & policy editor: prefere low-profile mecânicos como o Iqunix MQ80, buscando um meio-termo entre sensação mecânica e viagem de tecla curta.
- Sean Hollister, senior editor: usa um Keychron V1 Max com switches Boba U4 quase silenciosos, após experimentar várias opções para reduzir o ruído no escritório.
- Robert Hart, AI reporter: optou pelo Keychron K2 Pro como solução prática e portátil após testes com modelos ergonômicos maiores.
- Elizabeth Lopatto, senior internet typist: acessa um Kinesis Freestyle Edge RGB por necessidade de teclado dividido devido a lesões por esforço repetitivo; aprecia também o som e as luzes.
- Nilay Patel, editor-in-chief: usa teclados Apple full-size com numpad, substituindo-os a cada poucos anos quando o lado direito da barra de espaço falha.
O levantamento mostra que não existe um único “melhor” teclado: escolhas refletem prioridades pessoais — evitar dor, conquistar um som específico, ganhar espaço na mesa ou simplesmente seguir a estética desejada. Muitos na equipe combinam teclados prontos com modificações e swaps de switches ou keycaps para ajustar sensação e som.



