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Política2 min de leitura

PL proíbe cobrança de estacionamento para trabalhadores em shoppings e centros

Autoria é do ex-deputado Jorge Araújo (Progressistas-BA) e o texto beneficia também terceirizados, temporários, aprendizes e estagiários

Por Redação Mastigado

Fonte: Poder360 · Ler matéria completa

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Resumo Mastigado

O projeto de lei 3.518/2026, em análise na Câmara, proíbe cobrar pelo uso dos estacionamentos de shoppings, centros comerciais e estabelecimentos semelhantes por trabalhadores e prestadores de serviços durante a jornada, inclusive no momento de entrada e saída; prevê devolução de valores e sanções.
PL proíbe cobrança de estacionamento para trabalhadores em shoppings e centros
Foto: Divulgação Agência Câmara

A proposta alcança empregados de lojistas e da administração, trabalhadores terceirizados, temporários, aprendizes, estagiários e demais prestadores de serviços. O benefício inclui isenção de cobranças por diária, mensalidade, tarifa, taxa de credenciamento e descontos em folha ou no cartão de acesso.

Segundo o autor da proposta, ex-deputado Jorge Araújo (Progressistas-BA), "Não é razoável que o trabalhador, depois de cumprir sua jornada, veja parte de sua remuneração comprometida por uma cobrança vinculada ao simples comparecimento ao local de trabalho".

Regras e punições

O texto não exige a criação de vagas adicionais nem concede preferência sobre vagas reservadas a idosos, pessoas com deficiência, gestantes ou para carga e descarga. A administração do estabelecimento poderá definir regras internas de cadastro, identificação e segurança para conceder a isenção, desde que não impeçam o exercício do direito e sejam divulgadas com clareza.

O descumprimento da norma sujeita o infrator a sanções civis, administrativas e trabalhistas. Também será obrigatória a devolução ao trabalhador dos valores cobrados indevidamente, com atualização monetária.

Próximos passos

O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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