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Polícia indicia Milton Leite por associação ao PCC e pede prisão preventiva

Relatório final tem 104 páginas, indiciou 13 pessoas e afirma que Leite manteve contatos enquanto estava preso; ele foi transferido após suspeita de regalias

Por Redação Mastigado

Fonte: Poder360 · Ler matéria completa

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Resumo Mastigado

A Polícia Civil de SP indiciou Milton Leite por associação ao PCC e pediu sua prisão preventiva ao concluir o inquérito da operação Vectura Corrupta. O relatório diz que ele administrava empresas ligadas ao PCC, seria dono de fato da Transwolff e teria ocultado provas; Leite nega.
Polícia indicia Milton Leite por associação ao PCC e pede prisão preventiva
Foto: Reprodução/Instagram @miltonleite.sp

O relatório final do inquérito, com 104 páginas, atribui ao ex-vereador a ocultação e a destruição de provas. Ao todo, 13 pessoas foram indiciadas por associação à organização criminosa.

Os investigadores afirmam que Leite atuou na administração de empresas sob controle do PCC e que seria o proprietário de fato da Transwolff.

O documento diz ainda que ele tem elevado poder econômico e influência política e que manteve contato com pessoas de fora da investigação enquanto estava preso na Cadeia Pública de Mogi das Cruzes.

Leite está preso temporariamente desde 18 de setembro. Foi levado inicialmente à Cadeia Pública de Mogi das Cruzes e, em 20 de outubro, transferido para o CDP 2 de Guarulhos depois de suspeitas de que teria recebido regalias de policiais civis durante a custódia.

O Ministério Público de São Paulo deve analisar os pedidos de prisão preventiva no início da próxima semana e decidirá se oferece denúncia contra os investigados; se a Justiça aceitar as acusações, eles virarão réus.

Em depoimento, o ex-presidente da Câmara negou as acusações e declarou ser inocente. A defesa foi procurada por e-mail e não respondeu até a publicação.

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