A população ocupada atingiu novo recorde da série histórica, com 103,6 milhões de pessoas. Houve alta de 0,6% em relação ao trimestre anterior (mais 581 mil ocupados) e aumento de 1,2% em 12 meses (mais 1,2 milhão). O nível de ocupação chegou a 59%.
A taxa de desocupação ficou em 5,2% no terceiro trimestre. A comparacão trimestral mostrou queda frente aos 5,4% do segundo trimestre deste ano, e também recuo em relação aos 5,6% registrados no mesmo trimestre de 2025, segundo a Pnad Contínua do IBGE.
A população desocupada totalizou 5,6 milhões de pessoas, redução de 4% (menos 234 mil) ante o trimestre de abril a junho e queda de 6,9% (menos 417 mil) na comparação com igual trimestre do ano anterior.
Informalidade e rendimentos
A taxa de informalidade alcançou 37,5% da população ocupada, o que representa 38,8 milhões de trabalhadores informais; no trimestre anterior a proporção era de 37,4% (38,6 milhões) e, no mesmo período de 2025, 37,8% (38,7 milhões).
O rendimento real habitual médio de todos os trabalhos ficou em R$ 3.790, estável no trimestre, com alta de 3,6% no ano (R$ 131 a mais). A massa de rendimento real habitual somou R$ 387,5 bilhões, o maior valor da série, com aumento de 1,5% no trimestre (R$ 5,6 bilhões) e de 4,7% em 12 meses (R$ 17,5 bilhões).



