Investidores ajustaram posições depois da divulgação do relatório de emprego dos Estados Unidos e também repercutiram falas do presidente em reunião do Conselho Nacional de Política Energética sobre a condução da política econômica e compromisso com responsabilidade fiscal e social.
Números do dia
- Dólar à vista: R$ 5,511 (+0,44%)
- Dólar na semana: alta de 1,20%
- Ibovespa: 168.498,45 pontos (+1,39%)
- Ibovespa na semana: alta de 0,29%
- Índice DXY: 102,320 (+0,76%)
O dólar comercial terminou a sessão com valorização de 0,44%, cotado a R$ 5,511, acumulando alta de 1,20% no período de uma semana. O movimento seguiu o fortalecimento da moeda americana no exterior, impulsionado pelo relatório de empregos nos EUA.
O documento do mercado de trabalho norte-americano apontou criação de 165 mil vagas no mês, número acima das expectativas, e redução da taxa de desemprego, o que reforçou a percepção de resiliência do mercado e alimentou apostas sobre os próximos passos do Federal Reserve.
No pregão doméstico, o índice DXY avançou 0,76%, mostrando força do dólar ante uma cesta de moedas fortes. Esse cenário internacional, junto com movimentos locais, ajudou a pressionar a cotação da divisa frente ao real.
O Ibovespa subiu 1,39%, encerrando em 168.498,45 pontos, com volatilidade intradiária entre 165.909,74 e 169.073,04 pontos. O volume financeiro negociado somou R$ 29,04 bilhões antes dos ajustes finais. Na semana, o índice acumulou alta de 0,29%, mas segue abaixo dos patamares anteriores ao desfecho da eleição presidencial.
Em Nova York, o desempenho foi misto: Nasdaq e S&P 500 fecharam em alta, enquanto o Dow Jones recuou. Os investidores seguiram avaliando o impacto dos dados de emprego e as perspectivas de política monetária do Fed. Na semana, os índices acumulavam perdas, afetados por fortes quedas na véspera em ações de tecnologia diante de temores sobre valorização excessiva no setor.



