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Política2 min de leitura

Lula diz que quer tornar o Brasil país desenvolvido em quatro anos

No CNPE, o presidente citou o avanço do 'Mapa do Caminho' e disse que metas antes vistas como inviáveis avançaram após atuação brasileira na COP30

Por Redação Mastigado

Fonte: Agência Brasil · Ler matéria completa

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Resumo Mastigado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que quer, em quatro anos, transformar o Brasil em país desenvolvido. Citou energia renovável, minerais críticos e data centers como vetores para atrair investimentos e garantiu que o ajuste fiscal não será pago pela população pobre.
Lula diz que quer tornar o Brasil país desenvolvido em quatro anos
Foto: Ricardo Stuckert/ PR

Durante reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), o presidente defendeu que o país aproveite vantagens competitivas — como energia renovável, minerais críticos e terras raras — para acelerar o desenvolvimento econômico e social.

Mapa do Caminho e COP30

Ele citou o Mapa do Caminho para a transição energética como exemplo de metas que, apesar de inicialmente consideradas inviáveis, avançaram graças à decisão política e articulação brasileira. Lula lembrou resistência de países produtores de petróleo durante a COP30, mas disse que a atuação do Brasil permitiu progressos no tema.

Energia limpa e investimentos

O presidente destacou o interesse internacional por data centers e afirmou que o governo quer atrair esses empreendimentos, condicionando-os à produção própria da energia consumida, em vez de usar a energia destinada à população.

Lula também atribuiu parte dos resultados de sua gestão à capacidade de articulação política. Segundo ele, avanços importantes foram obtidos mesmo sem maioria no Congresso Nacional, por meio de negociação e persuasão.

Responsabilidade fiscal e social

Ao falar das contas públicas, afirmou que assumiu o governo com um déficit fiscal de 2,8% e que hoje o orçamento é superavitário. Garantiu que a política de responsabilidade fiscal será mantida junto à responsabilidade social: "o pobre não pagará a conta" do ajuste. Para ele, é possível contrair dívidas quando elas financiam ativos e investimentos estruturantes que possam ser pagos no futuro.

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